Oiê!
Estava pensando a respeito de algumas coisas e, resolvi retomar a escrita com meu ponto de vista. Não é o certo, nem o errado. É só o meu! E
caso você se identifique, ou compartilhe da mesma opinião, ou até mesmo seja diferente - Eis aqui um espaço para essa troca. Expressões e expansão da mente.
Muitas pessoas vivem frustradas porque fazem escolhas somente
baseadas no mundo externo. E, tentar ser feliz com base em uma escolha sem
paixão, ou pela paixão do outro, pode ser uma tentativa frustrante.
- “Mas como faço para me
conhecer melhor na essência?”
Realmente esse é um trabalho delicado porque, como ouvi certa vez:
Conhecer seu mundo interior
significa conhecer a sua luz e a sua sombra.
É preciso ter coragem de ver nossos medos e frustrações.
Ver quais são as tristezas que coração carrega em meio a uma sociedade que
nos estimula a estar contente o tempo todo.
·
Os filhos precisam estar sorrindo o tempo todo
·
O casal tem de estar em clima de namoro todos os
dias.
·
O trabalho precisa ser criativo sempre.
Isso faz com que as pessoas não escutem a si mesmas, consequentemente
não aprendem com suas escolhas.
Entrar nesse jogo de parecer alegre o tempo todo virou um passaporte
para a ilusão – e um caminho veloz para vícios. Se a pessoa tem a necessidade
de se anestesiar quando algum problema acontece, ela vai acabar se tornando dependente de alguém ou
alguma coisa. Esse sedativo pode ser comida, relacionamento abusivo, más
companhias, álcool [...] ou, o pior de todos: ilusões.
Viver angustiado o tempo todo é sinal de que
algo anda errado na vida, mas existem momentos em que sentir angústia é
fundamental. (Há males que vem para o bem).
Pode ser um combustível para A mudança.
Por exemplo: Quando você se
sente angustiado porque está sozinho, pode perceber que chegou a hora de fazer
alguma coisa diferente: buscar uma companhia, mudar a rotina, fazer um novo
trajeto até o trabalho, se permitir novas amizades etc.
No entanto, é preciso começar a si
ouvir.
Essa é a grande dificuldade de todo mundo.
Ficamos tão cheios de
informações na cabeça, sem nos dar um tempo para definir o que realmente queremos.
{Também, são tantas variáveis: A opinião
dos amigos, dos colegas de trabalho, da internet, do namorado... Se esquecendo de
mergulhar em si para ver o que é melhor}.
Por isso não consegue decidir e fica ciscando, indo cada vez mais longe de quem é!
E essa atitude faz com que perca o interesse em tudo o que faz.
> Basear escolhas na impulsividade faz com que perca o
interesse logo depois de começar o projeto.<
Quando você não escuta seu interior, as decisões ficam fracas.
No momento em que isso acontece, é como se você fosse uma criança
indecisa numa loja de brinquedos. Os pais falam: “Você pode escolher um”. Algumas crianças sabem exatamente o que
querem e vão à direção daquele brinquedo. Outras entram em desespero diante de
todas as possibilidades.
·
E se eu escolher errado?
·
E se o outro for melhor?
·
De qual eu gosto mais?
Esse é o risco que
você corre ao não definir quem você é.
Aí você cisca de projeto em
projeto, de emprego em emprego, de relacionamento em relacionamento, sem nunca
se permitir ir até o fundo.
- “Por que isso acontece tanto?”.
Porque vivemos um momento de abundância de opções, com alternativas para
praticamente tudo! Entretanto, quanto mais alternativas existem, mais ansiedade
elas provocam! É muito mais fácil escolher uma camisa entre duas do que entre
quinze. Neh non?! =P
Para o nosso cérebro, qualquer processo de escolher é parecido, pode
ser o prato do almoço ou a carreira que queremos seguir. Contudo, quanto mais
valorizamos as opções apresentadas, mais ansiedade elas nos trazem.
E é natural que a gente se sinta ansioso, porque escolher um caminho
implica abrir mão de outro (s).
Ao nos deparar com esse impasse, automaticamente nosso cérebro começa a
calcular as possíveis perdas ocasionadas por uma decisão errada. Não queremos
abrir mão de coisas boas e igualmente importantes, então isso nos paralisa.
Há pessoas que querem o mundo, mas não conseguem escolher se o pegarão
com garfo ou colher e então, morrem de fome.
Sofremos de obesidade psicológica:
somos gulosos demais, queremos fazer tudo, mas no fim pegamos muito mais do que
conseguimos mastigar.
Quando chega o momento de avançar é importante saber deixar para trás o
que um dia te fez feliz.
Ter em mente que às vezes a situação que precisaremos deixar
para trás tem sucesso, glamour e poder, mas, se olharmos para a nossa alma,
veremos que estamos presos como pássaros em gaiola de ouro.
Escolher significa parar de teimosia e seguir em frente.
[Existe uma diferença entre insistir e persistir!].
Todos nós temos sonhos.
Queremos
acreditar, [lá no fundo] que podemos fazer a diferença no mundo, ou que podemos transformar o mundo
lugar melhor.
Pense em uma de suas aspirações
agora. Um sonho. Um desejo.
Talvez seja até um sonho que
você esqueceu ou que começou a abandonar.
Se essa aspiração estivesse viva
hoje em dia, como seria a sua vida?
Tire um momento, agora mesmo, para sonhar e pensar no que realmente
quer da SUA vida.


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