Eles que mudem! (ou não)


Oiê,

Vamos falar sobre culpa.

Entrar na “caça aos culpados” é uma maneira fácil e rápida de NÃO se responsabilizar pelos resultados alcançados em sua vida. Parece fácil olharmos para os erros dos outros, porém é bem mais difícil percebemos os próprios. (Neh non?!)

Mateus 7. - Dá uma lida lá, namoral!👍

A consequência disso é a pessoa permanecer repetindo os mesmos erros, e não aprender com eles – afinal, se os outros são responsáveis por tudo estar assim, por que eu que deveria mudar?
Eles que mudem!

Mas, acompanhe o raciocínio:
Pessoas que reclamam que a vida não avança porque alguém não colabora:

·         “Meu marido não me ajuda”.
·         “Minha esposa não me entende”.
·         “Meu chefe não me valoriza”.
·         “Meu pai não investe no meu projeto”.  
·         “Todo político é corrupto”.
·         “Não aprendo porque o professor é ruim.”
·         “Esposa / Marido vai reclamar do mesmo jeito, então tanto faz...”.
E por aí vai...

Isso soa para o nosso subconsciente da seguinte forma:
·         Por que mudar se meus pais não me apoiam?
·         Por que mudar se meu cônjuge não me entende?
·         Por que mudar se os políticos é que são corruptos?
·         Por que mudar se o problema é meu professor, que é ruim?
·         Por que mudar se o problema é minha esposa/marido, que critica e reclama de tudo?
·         Por que mudar se o problema é a minha equipe, que é desmotivada e não corre atrás das vendas?

Fato é que: Enquanto você não eliminar essas justificativas e desculpas de sua vida, as coisas não vão mudar.

Já prestei serviços para lojistas, onde via muitos vendedores retornarem de uma tentativa de venda reclamando, criticando e culpando os clientes por seus resultados ruins.
Afinal, se os clientes são os culpados, por que esse vendedor deveria mudar?
Por que ele deveria se capacitar mais? Fazer novos treinamentos, pesquisas etc.
Se na cabeça dele a culpa pelos seus fracassos são dos clientes que não consomem.
– Eles que mudem! 

O problema aqui é a falta de percepção.
Existe uma resistência em perceber e assumir o controle da sua vida.
A mudança pode acontecer quando você acorda para a inviabilidade da sua ideia, ou da sua técnica de venda, ou da forma de se relacionar com o cônjuge e afins.

Esqueça por um momento O OUTRO. Se concentre em você.
Por que não mudar? Por que não fazer diferente? Por que se acomodar?
Bater na mesma tecla pode te ferir e encher de dor. Mas, você pode escolher de que lado deseja estar: Da cura ou da doença?


 - E como perceber que estou nesta situação?
Um dos fatores principais que chamo sua atenção é a repetição. Se existe uma situação que se repete em sua vida e que você já notou que tem feito grande esforço para mudar e não tem conseguido resultado – tipo: nada, nada, nem morre na praia, nem volta pra areia, nem avança, e está quase afogando por desistência – aí você precisa reavaliar se não está caminhando em direção “a doença”, machucando-se aos montes e perdendo oportunidades.


Certa vez ouvi o seguinte:
“As pessoas parecem não ter consciência da situação em que vivem. É como se elas estivesse em um maravilhoso jantar no restaurante do Titanic, sem a menor noção de que estão prestes a bater em um Iceberg. Neste caso, o Titanic é a vida. E, se não for feito algo radical para mudar o curso certamente o navio afundará”.

Vale a pena refletir: Será que seu Titanic está prestes a afundar? 
Se estiver, ainda dá tempo de mudar o rumo do barco. 
Saber em que ‘pé’ está sua vida é um diagnóstico. E por mais grave que possa parecer, ter o diagnóstico é uma benção! Você agora sabe o especialista que deve procurar, e com a receita em mãos, saberá os exames que deve fazer, para então saber os remédios e tratamentos que vai realizar.

Não busque culpados. Encontre soluções e aliados. Parceiros de uma aprendizagem eterna.
Independente dos outros, mude você!


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